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As auditorias realizadas pelo governo do Estado do Rio de Janeiro já provocaram 1.868 exonerações em menos de dois meses de gestão interina. O trabalho vem sendo conduzido pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, após o início de uma ampla revisão administrativa na estrutura estadual.
A força-tarefa começou no dia 24 de março e atingiu secretarias, autarquias e órgãos vinculados ao governo estadual. Segundo informações oficiais, novas exonerações ainda devem ocorrer conforme as auditorias avancem em áreas estratégicas da administração pública, incluindo a Casa Civil e a Secretaria de Governo.
Além das demissões, o governo também promoveu mudanças no primeiro escalão, substituindo secretários e revisando contratos administrativos. A atual gestão afirma que o objetivo das auditorias é enxugar a máquina pública, reorganizar despesas e ampliar o controle sobre gastos do estado.
O processo ganhou repercussão política por ocorrer em meio à transição no comando do Palácio Guanabara. Ricardo Couto assumiu interinamente o governo após a renúncia de Cláudio Castro e deve permanecer no cargo até definição do Supremo Tribunal Federal sobre a escolha do novo governador antes das eleições gerais.
Especialistas avaliam que a revisão administrativa pode gerar impactos significativos no funcionamento interno do estado, principalmente em cargos comissionados e contratos ligados à gestão anterior. O governo afirma que o pente-fino continuará nos próximos meses.
Fonte: R7
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