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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro após identificar, segundo decisão judicial, uma tentativa de violação da tornozeleira eletrônica. O episódio teria ocorrido por volta de meia-noite, quando o sistema registrou movimentações compatíveis com a tentativa de retirada do dispositivo.
Na decisão, Moraes afirma que a ação representaria uma tentativa de fuga. A Polícia Federal solicitou a prisão, que foi autorizada e cumprida na residência de Bolsonaro, em um condomínio no Jardim Botânico, em Brasília. Após a detenção, ele foi levado para a Superintendência da PF na capital.
O ministro também citou a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro em frente ao condomínio do ex-presidente, avaliando que a movimentação poderia criar condições favoráveis para uma fuga, aumentando os riscos à ordem pública.
Bolsonaro estava submetido a diversas medidas cautelares: uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar no período noturno e aos fins de semana, além da proibição de se comunicar com embaixadores, diplomatas estrangeiros e outros investigados.
Moraes determinou que a prisão fosse realizada sem o uso de algemas e sem exposição pública, em respeito à dignidade do ex-presidente.
A defesa de Bolsonaro já havia declarado anteriormente que recebia com surpresa e indignação as medidas impostas e que ele vinha cumprindo todas as determinações da Justiça.
Fonte: CNN
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