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Líderes europeus se reuniram em Washington ao lado do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e do presidente norte-americano Donald Trump para reforçar apoio a Kiev e evitar que negociações de paz com a Rússia comprometam a segurança e a soberania da Ucrânia.
Entre os presentes estavam Emmanuel Macron (França), Friedrich Merz (Alemanha), Giorgia Meloni (Itália), Keir Starmer (Reino Unido), Alexander Stubb (Finlândia) e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. O gesto evidenciou uma demonstração de unidade europeia diante do cenário delicado da guerra.
Após o encontro, o premiê britânico destacou que as conversas foram “construtivas” e resultaram no compromisso de os Estados Unidos, em conjunto com uma “coalizão de dispostos”, oferecerem garantias de segurança à Ucrânia.
Zelensky reforçou que não aceitará um acordo que implique concessões territoriais à Rússia, defendendo que a Constituição ucraniana impede tal negociação. Já Moscou segue pressionando militarmente, mantendo ataques com drones, mesmo diante do avanço diplomático.
O chanceler alemão revelou que o presidente russo Vladimir Putin aceitou se encontrar com Zelensky dentro de duas semanas. A possibilidade de uma reunião trilateral, incluindo Trump, também está em pauta, alimentando expectativas sobre os próximos passos no tabuleiro diplomático.
A chamada “coalizão dos dispostos”, formada por mais de 30 países, mantém compromissos de apoio militar e de segurança à Ucrânia. Paralelamente, diplomatas europeus e americanos intensificam reuniões para coordenar estratégias e assegurar que Kiev não seja fragilizada em eventuais tratativas de paz.
Apesar do movimento de aproximação, o clima permanece tenso. Enquanto líderes discutem saídas para encerrar o conflito, a ofensiva russa continua, reforçando a urgência de decisões que possam garantir estabilidade e segurança na região.
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