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Deputado tenta justificar montante em espécie com transação imobiliária em Minas Gerais, mas registro em cartório só ocorreu depois da operação; Flávio Dino agora analisa se o "lapso" de depósito foi, na verdade, um roteiro de ficção financeira.
A criatividade contábil no Congresso Nacional acaba de ganhar um novo capítulo digno de realismo fantástico. Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), o baluarte da moralidade conservadora, jura de pés juntos que os R$ 430 mil encontrados pela Polícia Federal dentro de um saco preto em seu flat não eram fruto de desvio de cota parlamentar, mas sim da venda de uma casa em Ituiutaba (MG).
O detalhe que desafia as leis do tempo e da burocracia é que a escritura pública desse negócio só foi lavrada em 30 de dezembro — exatamente 11 dias após a PF ter “visitado” o parlamentar e levado as cédulas.
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