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A forte mobilização para eleger Lula e Benedita da Silva e uma bancada estadual e federal composta majoritariamente por homens por parte do PT contrasta com a falta de apoio às candidaturas femininas, indígenas, negras e LGBTQIAPN+. Na reta final da campanha eleitoral, candidatas de setoriais do PT estão passando o pires para fechar as contas. Um movimento de advogados de esquerda já impetraram denúncias com parecer do STF. No Rio, as candidatas Neusa Guarani e Indianarae Siqueira formalizaram a denúncia no grupo “ Mulheres do PT”, sem sucesso.
Enquanto muitos candidatos receberam mais de 1 milhão, outros chegaram às cifras de 2 milhões, Indianarae recebeu apenas 96 mil para uma campanha que foi orçada em 580 mil . Neuza Guarani recebeu 200 mil depois de brigar muito por sua cota como mulher e indígena. Dani Nunes também revoltada quase retirou sua candidatura e algumas mulheres candidatas do PT não receberam quase nada, ou somente material de campanha para panfletar.
Em um evento de cultura realizado na Casa 324, nesta segunda-feira, 28, estavam presentes personalidades da mídia e políticos, entre elas, Paula Lavigne e Juliana Alves, Indianarae Siqueira, candidata a Deputada Estadual, que por seu histórico de ativismo faz parte de uma rede de proteção à defensores de direitos humanos do governo federal denunciou que o PT sequer cumpriu o pagamento da cota de 30% de segurança para que ela pudesse custear carro e segurança para trabalhar na campanha.
Foto: Elisa Lucinda, Indianarae Siqueira, Juliana Alves e Neusa Guarani
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