Centro Europeu aposta na formação profissional e reforça protagonismo na economia criativa

Primeira escola de economia criativa do Brasil, instituição reúne cursos voltados à gastronomia, hotelaria, audiovisual, design, idiomas e negócios, com foco na preparação prática para o mercado de trabalho

Centro Europeu aposta na formação profissional e reforça protagonismo na economia criativa

O Centro Europeu consolidou-se como uma das principais referências em formação profissional nas áreas da gastronomia e da economia criativa. Reconhecida como a primeira escola de economia criativa do Brasil, a instituição oferece mais de 50 cursos voltados para setores como gastronomia, audiovisual, hotelaria, design, idiomas e negócios, adotando uma metodologia baseada na prática e na vivência profissional.

Segundo o CEO do Centro Europeu, Ronaldo Cavalheri, a proposta da escola é aproximar os alunos da realidade do mercado desde o início da formação.

“O Centro Europeu é a primeira escola de economia criativa do Brasil. Temos mais de 50 cursos nas áreas de gastronomia, audiovisual, hotelaria, design, idiomas e negócios. São cursos voltados para a formação profissional, com uma metodologia muito ‘mão na massa’, em que o aluno aprende fazendo. Trazemos a realidade de cada profissão para dentro da escola.”

Cavalheri explica que os cursos são livres, mas têm foco na qualificação profissional e atendem principalmente pessoas que desejam mudar de carreira.

“São cursos livres que preparam o aluno para o mercado de trabalho. Recebemos muitos alunos que buscam uma transição de carreira, vindos de outras áreas. Em menos de um ano, oferecemos uma formação ágil e prática, preparando esse profissional para uma nova área de atuação.”

Para o diretor de Gastronomia do Centro Europeu, Rogério Gobbi, o setor gastronômico continua apresentando oportunidades de crescimento mesmo diante de um cenário econômico desafiador.

“Apesar do momento econômico mais delicado, a gastronomia continua crescendo ano após ano. Hoje, todo o universo da gastronomia, incluindo restaurantes, padarias e confeitarias, representa aproximadamente 4% do PIB nacional. É um setor com uma massa empresarial muito significativa e que oferece excelentes oportunidades.”

Gobbi destaca que o ingresso na área não depende, necessariamente, da abertura de um restaurante, já que o empreendedorismo de pequeno porte também tem apresentado bons resultados.

“Muitas pessoas começam pelo modelo do ‘faça e venda’. Temos alunos que concluem cursos de chef de cozinha, panificação ou confeitaria e, na semana seguinte, já estão produzindo pães ou doces para o condomínio, para os vizinhos ou por encomenda. Eles conseguem monetizar rapidamente e, muitas vezes, já recuperam o investimento feito no curso.”

Segundo ele, essa característica torna a gastronomia uma alternativa atrativa para quem busca recolocação profissional ou deseja empreender.

“Enquanto alguns setores ainda enfrentam um período de espera por causa da economia, a gastronomia segue como uma área em expansão, permitindo uma formação relativamente rápida e a geração de renda em pouco tempo.”

 

Foto: divulgação

Por Notícias do Rio em 06/08/2026
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