Haddad afirma que Lula é o único capaz de recolocar o Brasil no centro do cenário global e vê reeleição em 2026

Haddad afirma que Lula é o único capaz de recolocar o Brasil no centro do cenário global e vê reeleição em 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o debate eleitoral de 2026 deverá ser fortemente influenciado pelo papel do Brasil no cenário internacional e avaliou que Luiz Inácio Lula da Silva reúne condições únicas para liderar o país nesse contexto. Segundo ele, a capacidade de diálogo com diferentes nações e blocos econômicos é um diferencial decisivo do atual presidente.

De acordo com Haddad, o mundo passa por uma reconfiguração geopolítica profunda, marcada por disputas comerciais, rearranjos diplomáticos e novos polos de poder. Nesse ambiente, o Brasil precisaria de uma liderança com experiência internacional e trânsito político para evitar o isolamento e garantir protagonismo econômico e estratégico.

Política externa como fator eleitoral

O ministro destacou que a política externa tende a ganhar peso central nas eleições presidenciais, superando pautas tradicionais do debate interno. Para ele, propostas baseadas apenas em cortes, privatizações ou redução do papel do Estado não respondem aos desafios globais que se apresentam ao país nos próximos anos.

Haddad avaliou que Lula demonstra capacidade de dialogar tanto com economias desenvolvidas quanto com países emergentes, ampliando parcerias comerciais e políticas. Essa atuação, segundo o ministro, contribui para atrair investimentos, fortalecer a indústria nacional e ampliar a presença do Brasil em fóruns internacionais.

Críticas à oposição

Sem citar nomes diretamente, Haddad foi crítico a possíveis adversários de Lula em 2026, afirmando que lideranças regionais e gestores locais não apresentam experiência suficiente para conduzir o Brasil em um cenário global cada vez mais complexo. Para ele, falta a esses nomes uma visão estratégica que vá além das fronteiras nacionais.

Na avaliação do ministro, o eleitorado deverá considerar não apenas propostas internas, mas também quem tem condições reais de representar o país no exterior e defender seus interesses em um mundo marcado por tensões políticas e econômicas.

Ao relacionar diplomacia, economia e eleições, Haddad reforçou a leitura de que a continuidade de uma política externa ativa e articulada pode ser determinante para o futuro político do país e para uma eventual candidatura à reeleição do presidente em 2026.

 

Fonte: Brasil247

Por MBL - MOVIMENTO BRASIL LIVRE em 20/01/2026
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