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Criação do 13º BPM em cidade petista gera polêmica e acirra ânimos políticos no Rio
A decisão do secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, de criar o 13º Batalhão de Polícia Militar em Maricá desencadeou uma nova crise política na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A escolha do número 13, tradicionalmente associado ao Partido dos Trabalhadores, para uma unidade policial em uma cidade administrada há anos por petistas gerou revolta entre deputados bolsonaristas e transformou Menezes no principal alvo dos parlamentares da oposição.
Batalhão estratégico em território petista
O 13º BPM será construído na Cidade da Segurança, localizada no Parque Nanci, através de parceria entre a Prefeitura de Maricá e o Governo do Estado. A unidade contará com aproximadamente 3.300 m² de área total e 1.080 m² de área construída, abrigando cerca de 400 policiais militares. A localização estratégica, às margens da Rodovia Amaral Peixoto, no bairro Flamengo, visa atender exclusivamente os moradores do município.
Atualmente, o policiamento de Maricá é responsabilidade do 12º BPM de Niterói, situação que será modificada com a implantação da nova unidade. A expectativa é que o batalhão esteja plenamente estruturado até o segundo semestre de 2026, reforçando significativamente a segurança pública local.
Histórico polêmico do número 13
O número 13 possui relevância histórica na Polícia Militar fluminense. Até 2011, identificava o batalhão da Praça Tiradentes, no Centro do Rio, que foi desativado durante reformas administrativas. Em novembro de 2014, a corporação decidiu transformar o quartel histórico no Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur), projeto orçado em mais de R$ 3 milhões que nunca saiu do papel.
A reativação do número em Maricá, cidade governada pelo PT há mais de uma década, não passou despercebida pelos parlamentares de oposição. Deputados como Rodrigo Amorim (União) consideram a escolha uma provocação política desnecessária e defendem que o 13º BPM deveria retornar ao Centro do Rio, especialmente considerando que a região deve receber cem mil novos moradores nos próximos anos.
Coronel Menezes na mira da oposição
A polêmica em torno do 13º BPM intensificou as críticas ao coronel Marcelo Menezes, que já estava no radar dos deputados bolsonaristas por suas ambições políticas. Cotado inicialmente para candidatura a deputado estadual, o secretário agora é especulado para concorrer a deputado federal em outubro, situação que acirra ainda mais os ânimos na Assembleia Legislativa.
A "turma do tiro, pancadaria e bomba", como são conhecidos os deputados mais radicais da oposição, elegeu Menezes como alvo prioritário para a abertura dos trabalhos legislativos de 2026. A estratégia visa desgastar politicamente o coronel antes de sua possível candidatura, questionando suas decisões administrativas e criando obstáculos para sua projeção eleitoral.
Maricá: laboratório político vermelho
A cidade de Maricá, sob gestão de Washington Quaquá (PT) e atualmente administrada por Fabiano Horta (PT), tornou-se símbolo das políticas petistas no Rio de Janeiro. O município implementou uma série de programas sociais identificados pela cor vermelha e siglas que remetem ao partido, gerando controvérsias sobre possível violação dos princípios constitucionais de impessoalidade administrativa.
A Empresa Pública de Transportes (EPT) opera os famosos "vermelhinhos", ônibus gratuitos que se tornaram marca registrada da administração local. O Campus de Educação Pública Transformadora (CEPT) Anísio Teixeira e o Programa de Proteção ao Trabalhador (PPT) completam o conjunto de iniciativas que caracterizam o modelo de gestão maricaense.
Controvérsias constitucionais e jurisprudenciais
A gestão petista em Maricá enfrenta questionamentos jurídicos sobre possível violação do artigo 37, § 1º da Constituição Federal, que proíbe a promoção pessoal de autoridades através de símbolos públicos. A utilização sistemática da cor vermelha e de siglas partidárias em equipamentos públicos tem sido alvo de críticas por configurar abuso de poder político.
Precedentes jurisprudenciais no Rio de Janeiro, como o processo nº 0000491-30.2016.6.19.0027 envolvendo Nelson Bornier em Nova Iguaçu, demonstram que o Ministério Público tradicionalmente não tolera esse tipo de conduta. O caso foi relatado pelo ministro Edson Fachin e resultou em condenação por práticas similares, estabelecendo jurisprudência relevante para situações análogas.
Impactos na segurança pública regional
Apesar das polêmicas políticas, a criação do 13º BPM representa avanço significativo para a segurança pública na região metropolitana. O coronel Menezes destacou que a medida visa criar "equipamento público fundamental para a segurança pública", resultado de "união e entendimento" entre as esferas de governo.
A unidade permitirá resposta mais rápida a ocorrências, melhor conhecimento do território local e aproximação entre polícia e comunidade. A localização estratégica facilitará o patrulhamento das principais vias de acesso e pontos críticos do município, contribuindo para a redução dos índices de criminalidade.
Reflexos eleitorais e estratégias políticas
A polêmica em torno do 13º BPM insere-se no contexto eleitoral de 2026, quando tanto Menezes quanto lideranças petistas de Maricá buscarão ampliar sua influência política. A escolha do número 13 pode ser interpretada como estratégia de fortalecimento da identidade partidária local, mas também como provocação desnecessária que alimenta a polarização política.
Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT e figura central da política maricaense, enfrenta diversos processos judiciais que podem impactar sua capacidade de articulação política. Suas condenações por agressão a colega parlamentar, ataques misóginos a jornalistas e responsabilidade em acidente aéreo fatal criam vulnerabilidades que podem ser exploradas pela oposição.
Modernização da Polícia Militar fluminense
A reestruturação operacional e administrativa da Polícia Militar, da qual faz parte a criação do 13º BPM, representa esforço de modernização da corporação. A descentralização do policiamento através de batalhões municipais permite melhor adaptação às realidades locais e otimização dos recursos disponíveis.
A iniciativa dialoga com tendências contemporâneas de policiamento comunitário e gestão territorial da segurança pública. A proximidade entre policiais e comunidade facilita a prevenção de crimes, a coleta de inteligência e a construção de confiança mútua, elementos essenciais para a efetividade das ações policiais.
Maricá do ePT, pPT e cePT: o laboratório Petista de Quaquá vira Cuba fluminense
Se você acha que já viu de tudo, prepare-se para conhecer Maricá, a cidade que virou o laboratório petista de Quaquá (PT). Imagine uma cidade onde o vermelho é a cor do poder, e não estamos falando de semáforos! Quaquá, o vice-presidente nacional do PT, transformou Maricá em uma espécie de Cuba fluminense, pintando a cidade inteira de vermelho e gerando polêmica por onde passa.
Dizem que "um é pouco, dois é bom, três é demais", mas Quaquá parece não concordar. Ele está de volta à cena política,na prefeitura de Maricá.

1 PT - O transporte público vermelho: EPT e as "vermelhinhas"
Em 2014, Quaquá criou a Empresa Pública de Transportes (EPT), que opera os famosos "vermelhinhos" – ônibus gratuitos com ar condicionado e sistema de controle de informação aos usuários. Além disso,
Maricá conta com as "vermelhinhas", bicicletas gratuitas espalhadas por 25 estações na cidade. Parece até que Quaquá levou a sério o ditado "quem não tem cão, caça com gato", mas no caso, quem não tem carro, anda de bicicleta vermelha.

2 PT - Campus Anísio Teixeira (CEPT)
O Campus de Educação Pública Transformadora (CEPT) Anísio Teixeira, em Itaipuaçu, é a maior unidade do CEPT e uma homenagem a Leonel Brizola e Darcy Ribeiro.

Quaquá, destacou a importância do projeto para a educação integral. "O CEPT é uma homenagem à memória e ao projeto de escola integral de Leonel Brizola e Darcy Ribeiro", afirmou.

3 PT - (PPT) Programa de Proteção ao Trabalhador
Em um cenário pós-pandêmico, criou-se o Programa de Proteção ao Trabalhador (PPT) para transitar de uma política assistencialista emergencial para uma de estímulo à produtividade e formalização de trabalhadores informais. Parece que Maricá está tentando "ensinar o padre a rezar missa" quando o assunto é inovação social.
Problemas na justiça: o lado B de Quaquá (PT)
Mas nem tudo são flores (ou vermelhos) na vida de Quaquá. Conhecido pelo temperamento forte, ele enfrenta diversos problemas na justiça. Em 2018, não pôde tomar posse como Deputado Federal por ter sido condenado e ficado inelegível.
Recentemente, a Procuradoria Geral da República (PGR) se manifestou favorável à abertura de um inquérito no STF contra Quaquá por agredir um colega de plenário.
Quaquá foi também condenado a pagar indenização por danos morais à jornalista Berenice Seara, por ela ter publicado duas notas, em relação à insistência de Quaquá em apoiar um candidato a governador apoiado por Jair Bolsonaro (PL), em 2022. Na ocasião, o deputado usou as redes sociais para fazer ataques misóginos à colunista, ao insinuar que mulheres usam o jornalismo para fazer dinheiro ilegalmente, para comprar botox.
Nos autos, o juiz Mauro Nicolau Junior, da 48ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, disse que ele "atacou sua condição de mulher e colocou em dúvida sua honestidade, isenção e independência jornalística". O magistrado determinou que Quaquá excluísse as postagens: caso contrário, deveria pagar multa diária de R$ 5 mil.
Em 2021, a Justiça também condenou o ex-prefeito há três anos, dois meses e 15 dias de prisão, em regime aberto, por ter fechado a pista do aeroporto municipal de Maricá, durante a gestão dele, em 2013; o que causou um acidente grave com uma aeronave, causando a morte de dois tripulantes.

Prefeito anuncia projeto do hotel “N13 – Niemeyer 13” na Rua 13 de Maricá
prefeito de Maricá, Washington Quaquá, publicou na última terça-feira (27) um vídeo em suas redes sociais apresentando um novo projeto turístico para a cidade: o N13 – Niemeyer 13, um hotel de grande porte que, segundo ele, será construído na Rua 13, na Barra de Maricá, na orla.
Durante o vídeo, o prefeito aparece ao lado de Kadu Niemeyer, neto de Oscar Niemeyer, que faturou 73 milhões de reias por projetos que afirma ser inéditos do comunista Oscar Niemeyer.
Maricá: O Vermelho de Quaquá que Divide Opiniões e Gera Polêmica
Washington Quaquá, transformou a cidade em um verdadeiro experimento político. E como diz o ditado, "quem semeia vento, colhe tempestade".
Quaquá, que já governou Maricá por dois mandatos, agora no terceiro mandato acompanhado de João Maurício, seu sucessor na ex-presidência do PT no estado do Rio de Janeiro, como vice, parece determinado a furar a resistência com suas políticas, e nada melhor que falar do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara.
Se Bolsonaro usa o sanguinário Coronel Ustra para aterrorizar e irritar à esquerda na Ditadura, Quaquá conseguiu a receita para materializar o ódio dos bolsonaristas batizando o maior hospital da cidade com o nome de um dos responsáveis pela criação da ditadura cubana "Che Guevara".

A gestão de Quaquá em Maricá é frequentemente comparada a uma ditadura, com a cidade pintada de vermelho e crianças acreditando que essa é a cor oficial do Brasil. Isso viola a Constituição, que proíbe a promoção pessoal de autoridades através de símbolos públicos. Como diz o ditado, "quem com ferro fere, com ferro será ferido", e Quaquá pode estar prestes a sentir o peso da justiça.
Por seu mau exemplo, o PT não consegue avançar além das fronteiras de Maricá, e só tem o comando de 3 prefeituras no Estado, embora esteja com a máquina do governo Federal e tenha o maior orçamento renda per capita do estado, afinal usar a sigla partidária "PT" e as cores de seu partido em órgãos públicos e até nas bicicletas da cidade, é não respeitar o povo e a democracia, empurrando o PT goela abaixo como numa ditadura.
Afinal crianças com menos de 16 anos nunca conheceram outro governo, antes de Quaquá (PT), mandar pintar a cidade toda de vermelho, em Violação clara ao disposto no art. 37, § 1º, da Constituição da República, num constante abuso de poder político, muito diferente do real modo petista de governar criado por Lula, que nunca fez essa cafonice de pitar o Brasil de vermelho e colocar a sigla do "PT" em aparelhos públicos.
Dirigentes históricos do PT são contra esse tipo de aparelhamento e divergem de Quaquá, que também aparelhou a executiva do próprio partido PT, impedindo o Partido de crescer no estado.
“Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte
§ 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável, nos termos da lei”.
Já o abuso do poder político, sem dúvida, viola o cânon da liberdade de escolher dos eleitores, bem assim contraria o princípio da igualdade entre os candidatos.
E, por esse viés, o rigor de sua punição pela Justiça Eleitoral fortalece a efetividade da norma constitucional que protege a legitimidade das eleições (CF, art. 14, § 9º).
Lembramos que a jurisprudência quando a isso no Rio de Janeiro é farta, bastando lembrar do processo Nº 0000491-30.2016.6.19.0027 – NOVA IGUAÇU – RIO DE JANEIRO Relator: Ministro Edson Fachin que condenou o saudoso Nelson Bornier em Nova Iguaçu por muito menos, e o MP-RJ não costumava perdoar esse tipo de conduta e mau exemplo.

Mas entre erros, acertos e polêmicas, a gestão de Quaquá em Maricá continua a dividir opiniões. Será que ele conseguirá continuar seu "laboratório petista"? Só o tempo dirá. Enquanto isso, a cidade segue como um exemplo controverso de administração pública.
A fronteira entre o público e o pessoal: o caso de improbidade em Maricá se repete no Rio com aliado Paes![]()
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, tem sido alvo de críticas por sua conduta em relação à promoção pessoal utilizando recursos públicos.
Recentemente fez discurso lançando candidatos a deputado em inauguração de uma Clínica de família.
Assista Vídeo de Autopromoção de Eduardo Paes em Transporte Público no seu Instagram
Foco na Prefeitura ou Campanha Antecipada?

Não bastasse o vídeo que vazou nas redes há poucos dias do Prefeito durante inauguração de uma Clínica da Família no Itanhangá, onde Paes pode ter cometido crime eleitoral ao fazer um discurso atrapalhado perante centenas de moradores falando de candidatos a Deputado que se traiam mutualmente por voto, citando nomes de Daniel Soranz, Pedro Paulo, Guilherme Schleder, Carlo e Claudio Caiado e Marcelo Diniz, causando constrangimento geral entre eles e todos.
Quando questionado sobre o cenário eleitoral, Paes afirmou: "Não trato de política. A política é muita chatice, muita fofocagem. Eu quero ser prefeito do Rio, que é a melhor função do mundo". A declaração soa contraditória, considerando que ele próprio anunciou sua pré-candidatura ao governo estadual.
Fotos e Fontes: Redes Sociais, Uol
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