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Réveillon 2026 no Rio impressiona com maior queima de fogos da história de Copacabana; confira as fotos
Réveillon 2026 em Copacabana marca a virada do ano com queima de fogos recorde, drones inéditos e grandes atrações musicais espalhadas pela cidade

Queima de fogos em Copacabana – Fotos: RioTur
O Réveillon 2026 em Copacabana confirmou mais uma vez o status do Rio de Janeiro como palco do maior réveillon do mundo. Cariocas e turistas lotaram a Praia de Copacabana para acompanhar a tradicional queima de fogos, que iluminou o céu da Zona Sul por cerca de 12 minutos e marcou a chegada do novo ano em clima de festa e celebração.
A edição deste ano entrou para a história pelo número recorde de balsas utilizadas no espetáculo pirotécnico. Ao todo, 19 embarcações foram posicionadas ao longo da orla, superando com folga o máximo de dez balsas usadas em anos anteriores. Todas passaram por vistoria da Diretoria-Geral de Diversões Públicas do Corpo de Bombeiros, responsável por garantir a segurança da operação.

A direção artística da queima de fogos ficou a cargo do cenógrafo francês Christophe Berthonneau, conhecido por trabalhos em grandes eventos internacionais, como Copas do Mundo e Jogos Olímpicos. Além dos fogos tradicionais, o público foi surpreendido por um espetáculo inédito de drones, que levou tecnologia e simbolismo ao céu de Copacabana.

Durante a apresentação, 1.200 drones formaram imagens em homenagem ao Rio de Janeiro. Um dos momentos mais aguardados foi a criação de uma escultura de rosto humano no céu, que arrancou aplausos e gritos da multidão reunida na areia e na Avenida Atlântica.
A programação musical também foi um dos pontos altos do Réveillon 2026. O evento reuniu 70 atrações distribuídas em 13 palcos espalhados pela cidade, sendo três em Copacabana. No Palco Rio, montado em frente ao Copacabana Palace, se apresentaram nomes consagrados da música brasileira, como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Belo e Alcione, além de João Gomes, Iza, Alok e a bateria da Beija-Flor de Nilópolis.

O público se concentrou principalmente na areia em frente ao palco e nas pistas da Avenida Atlântica, que ficaram fechadas para veículos durante a festa. Apesar do grande fluxo de pessoas, as calçadas próximas aos prédios tiveram circulação mais tranquila ao longo da noite.
Após a virada, a operação de retorno começou ainda na madrugada. A partir das 5h, as vias internas de Copacabana passaram a ser liberadas gradualmente para o trânsito, encerrando mais uma edição histórica do Réveillon no Rio.
@ALEXFERROFOTOGAFO
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