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No Rio de Janeiro, a história parece se repetir. Em 2018, o então vereador e ex-prefeito César Maia (DEM) aparecia na liderança de diversas pesquisas de intenção de voto para o Senado. Mas, na hora da verdade, o resultado das urnas foi bem diferente: os eleitos foram Arolde de Oliveira (PSD) e Flávio Bolsonaro (PSL).
Oito anos depois, o roteiro ganha novos protagonistas, mas mantém a mesma surpresa. Em 2026, a deputada federal Benedita da Silva (PT) passou boa parte da campanha na liderança das pesquisas para o Senado. No entanto, a disputa nas urnas mudou o cenário, e os dois candidatos do PL, Carlos Portinho e Carlos Jordy, garantiram as vagas em disputa.
Em 2018, César Maia terminou em terceiro lugar, com 16,67% dos votos válidos, apenas 0,39 ponto percentual atrás de Arolde de Oliveira, o segundo colocado. Flávio Bolsonaro liderou com 31,36%.
O resultado reforça uma velha lição das eleições: pesquisa não é voto, favoritismo não é garantia de vitória e a contagem das urnas pode desmontar, em poucas horas, o cenário construído durante meses de campanha.
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