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O presidente licenciado do CREA/RJ, Miguel Fernández, as véspera da desencompatibilização (02/abril), adotou a tática de impugnar TODOS os candidatos como fizeram no CRT - Conselho Regional dos Técnicos na eleição passada.
O Engenheiro Cláudio Dutra, que tem seu irmão em uma boquinha de superintendente do CREA/RJ, é subserviente do poder está a serviço do Miguel para tentar impugnar o Engenheiro ANNIBOLETE. Dutra é muito bem mandado, e se sujeitou manchar o seu nome, no episódio da 1ª plenária de abril, nesta segunda-feira (6), ao pedir "vista da vista" de um processo ético do pré candidato ANNIBOLETE, que iniciou em 2019, a teve a sua última movimentação em abril/2025, com decisão de arquivamento. Se cumprissem a Resolução 1004/2003 - Condução de Processo Ético, o fato ficaria caracterizado como o pedindo da "vista da vista", já que a Resolução fala em prazo de 90 dias para julgar em plenário e o processo entrou em pauta pela 2ª vez, depois de estar parado a um ano.
Grande parte dos Engenheiros entendem que faltou habilidade política do Engenheiro Cláudio Dutra, em misturar a política de Classe com a política partidária, já que Dutra é subsecretário de Habilitação do Município do Rio e pode prejudicar a campanha de Eduardo Paes para governador do RJ
O presidente licenciado Miguel Fernándes, planejou com dolo a perseguição quando segurou o processo em Abril/2025, sem cumprir os trâmites administrativos e também não deu despacho para arquivamento do processo com finalidade de gerar punição na certidão do pré candidato Fernando ANNIBOLETE, com finalidade de aprovar sua impugnação na CER/RJ - Comissão Eleitoral Regional
A coisa agora está para ser resolvida com o atual presidente do CREA/RJ, Engenheiro Luiz Carneiro, se também entra no rolo. É que o Eng. ANNIBOLETE, pediu a certidão de ética antes do julgamento em plenário CREA/RJ, e se ainda assim for emitida certidão constando punição, fica mais que caracterizado o dolo com motivação para denuncia na delegacia policial.
O pré candidato Eng. Fernando ANNIBOLETE, também pediu nulidade da decisão plenária em seu processo ético, com fundamentação de SUSPEIÇÃO, já que a plenária da ética é sigilosa e teve a participação do Diretor Geral da MÚTUA, Engenheiro Jamerson, que participou da mesa do plenário passando mensagens, falando ao telefone e comunicando com o chefe de gabinete, Rodrigo Machado, com o Advogado e procurador do CREA/RJ, Rodrigo Bayer, e muitos outros ligados e nomeados pelo Miguel, inclusive falava também com o pessoal que estava assistindo a plenária na sala da mesa de som.
O problema do imbróglio que pode chegar na esfera policial se dá por conta de haver suspeita de que tenham arrancado folhas do processo. As folha que deram sumiço foi justamente da conselheira que pediu vista do processo em Abril/2025, com defesa da prescrição. Naquele momento o advogado do CREA/RJ, também tinha manifestado a favor do arquivamento e ao que tudo indica seu parecer não agradou o presidente do CREA/RJ, e por algum motivo meses depois o advogado não mais trabalhava no Conselho de Engenharia.
Ao que parece as eleições do CREA/RJ, será judicializada com possibilidade de ilustrar as páginas policiais.
Por: @fernandoannibolete (MTE: 44752/RJ)
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