Entre maio e agosto, operação coordenada pela PF prende 724 homicidas e feminicidas foragidos

Entre maio e agosto, operação coordenada pela PF prende 724 homicidas e feminicidas foragidos

Atuação integrada teve início em maio e envolveu unidades da Polícia Federal, polícias estaduais e forças oficiais de segurança em todo o País. Integração e coordenação de forças é princípio contido na proposta de Sistema Único de Segurança Pública

Entre maio e agosto, operação coordenada pela PF prende 724 homicidas e feminicidas foragidos

Agência Brasil/arquivo

Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado e PF: ação forte contra a criminalidade e em favor da segurança

A Polícia Federal coordenou, entre maio e agosto de 2026, a Operação Omnes, destinada a localizar e prender investigados ou condenados por crimes contra a vida. As ações resultaram em 724 prisões de foragidos da Justiça relacionados a crimes de homicídio simples, homicídio qualificado e feminicídio.

As prisões foram resultado da atuação integrada entre a Polícia Federal, as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco's), forças policiais estaduais e demais instituições parceiras. O trabalho envolveu o compartilhamento de informações e o emprego de recursos de inteligência para identificar, localizar e prender foragidos da Justiça em diferentes regiões do país.

A divulgação ocorre no contexto do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, e do Dia Nacional dos Direitos Humanos, celebrado em 12 de agosto. A data reforça a importância da atuação integrada das instituições no combate aos crimes contra a vida e na responsabilização dos autores desses crimes, pilares essenciais para a garantia e a promoção dos direitos humanos para toda a população.

A integração de forças policiais e de segurança dos três níveis de governo - União, estados e municípios - é princípio contido na proposta do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), cujo projeto está em apreciação no Congresso Nacional, a quem cabe aprová-lo.

Por Jornal da República em 13/08/2026
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