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Horizontina lidera mobilização por equilíbrio fiscal e apoio ao campo em Brasília
1. O cenário de crise nos municípios brasileiros
A XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, organizada pela CNM em maio de 2026, expôs a fragilidade das contas públicas locais. Dados da entidade revelam que 54% das prefeituras brasileiras operam no vermelho, acumulando um déficit de R$ 33 bilhões. O desequilíbrio financeiro pressiona gestores a buscarem alternativas urgentes junto ao Governo Federal.
2. Liderança regional e comitiva gaúcha
À frente de uma comitiva de 45 lideranças da região noroeste do Rio Grande do Sul, o prefeito de Horizontina, Jones Jehn da Cunha, busca soluções estruturantes no Congresso. O município, com orçamento de R$ 260 milhões, mantém as contas equilibradas, mas sofre os reflexos da crise nacional. A mobilização inclui vice-prefeitos, vereadores e secretários em busca de recursos.
3. O rigor da Lei de Responsabilidade Fiscal
A pauta central foca no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), que completou 25 anos em 2025. Os gestores alertam para projetos que criam despesas sem fonte de custeio, comprometendo a manutenção de programas essenciais. A defesa do princípio do equilíbrio fiscal é vista como pilar para a sobrevivência das administrações municipais.
4. Impactos jurídicos e transparência nas emendas
A recente decisão do STF, sob relatoria do ministro Flávio Dino em janeiro de 2026, sobre a transparência das emendas parlamentares, alterou o fluxo de repasses. Jones Cunha defende que os recursos cheguem à ponta de forma clara e institucional. A discussão sobre o Pacto Federativo no STF ganha urgência para garantir uma repartição mais justa das receitas públicas.
5. Securitização e o socorro ao agronegócio
A economia de Horizontina, impulsionada pela John Deere e pelo PIB de R$ 1,8 bilhão, enfrenta desafios climáticos severos. A seca nas safras 2025-2026 mobilizou a FETAG-RS e pressiona o Senado pela aprovação do PL 341/2025. O projeto trata da securitização de dívidas rurais, medida vital para produtores que sofrem com perdas sucessivas no campo.
6. Inovação e governança para todos
Como presidente da AMUFRON, Jones Cunha defende que a gestão pública deve superar barreiras partidárias para atender à população. O Noroeste Summit 2025 consolidou essa visão, posicionando a região como polo de inovação e desenvolvimento tecnológico. O foco permanece na ampliação dos serviços prestados à comunidade, independentemente de alinhamentos políticos.
Perfil do Gestor
Jones Jehn da Cunha é prefeito de Horizontina e presidente da AMUFRON. Com trajetória marcada pela gestão técnica e foco em inovação, liderou o Noroeste Summit 2025. Sua atuação destaca-se pelo rigor no equilíbrio fiscal e pela articulação política em defesa do agronegócio e da indústria regional, buscando fortalecer o protagonismo do noroeste gaúcho no cenário nacional.

Repórter Ralph Lichotti - Advogado e Jornalista, Editor do Ultima Hora Online e Jornal da República, Foi Sócio Diretor do Jornal O Fluminense e acionista majoritário do Tribuna da Imprensa, Secretário Geral da Associação Nacional, Internacional de Imprensa - ANI, Ex- Secretário Municipal de Receita de Itaperuna-RJ, Ex-Presidente da Comissão de Sindicância e Conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa - ABI - MTb 31.335/RJ
Por Robson Talber @robsontalber
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Fontes: Confederação Nacional de Municípios (CNM), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal (STF), Prefeitura Municipal de Horizontina.
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