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O Ministério da Saúde informou que o Brasil confirmou 55 casos de mpox em 2026, distribuídos por diferentes estados, conforme dados atualizados da vigilância epidemiológica nacional.
Apesar de o número ser inferior ao registrado no ano passado — quando mais de mil infecções foram notificadas —, as autoridades mantêm o monitoramento ativo para evitar a expansão da doença e possíveis surtos localizados.
Situação epidemiológica
De acordo com os dados oficiais, a maior parte dos casos confirmados neste ano apresenta quadro clínico leve ou moderado, sem registro de agravamento em larga escala até o momento.
Especialistas ressaltam que há um intervalo natural entre a notificação estadual e a consolidação nacional dos dados, o que pode levar à atualização dos números nas próximas semanas.
A orientação é reforçar a busca por atendimento médico diante de sintomas compatíveis e manter os protocolos de prevenção já estabelecidos.
O que é mpox e como ocorre a transmissão
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A mpox é uma doença viral causada por um vírus da família dos orthopoxvírus. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, crostas ou objetos contaminados, além de contato físico prolongado com pessoa infectada.
Entre os sintomas mais comuns estão:
Erupções cutâneas, bolhas ou feridas na pele
Febre
Dor de cabeça
Dores musculares
Ínguas (inchaço dos linfonodos)
Cansaço
As manifestações costumam durar de duas a quatro semanas. Durante esse período, há risco de transmissão, especialmente se não forem adotadas medidas de isolamento e higiene.
Comparação com o cenário anterior
Em 2025, o país enfrentou um número mais elevado de registros, com mais de mil casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença. A maioria dos infectados estava na faixa etária entre 30 e 39 anos.
A redução observada em 2026 é considerada positiva, mas as autoridades reforçam que a circulação do vírus ainda exige atenção constante.
Orientações de prevenção
As recomendações incluem:
Evitar contato direto com lesões ou secreções de pessoas com suspeita ou confirmação da doença
Não compartilhar objetos de uso pessoal
Manter higienização frequente das mãos
Procurar atendimento médico ao surgirem sintomas
O acompanhamento contínuo e a notificação rápida dos casos são considerados fundamentais para impedir uma nova escalada da mpox no país.
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