CONSTITUCIONALISTA VICTOR TRAVANCAS LEVA AO PLENÁRIO DO STF OFENSIVA CONTRA DECISÃO DE ALEXANDRE DE MORAES QUE DETERMINOU PRISÃO DE EDUARDO BOLSONARO

Com rigor técnico e invocação de precedentes históricos, advogado contesta decisão monocrática de Dias Toffoli, aponta nulidades documentais na execução penal e pleiteia sustentação oral perante os onze ministros da Corte Suprema

CONSTITUCIONALISTA VICTOR TRAVANCAS LEVA AO PLENÁRIO DO STF OFENSIVA CONTRA DECISÃO DE ALEXANDRE DE MORAES QUE DETERMINOU PRISÃO DE EDUARDO BOLSONARO

BRASÍLIA — Em uma das mais expressivas atuações da advocacia contenciosa perante a Suprema Corte brasileira, o jurista e advogado constitucionalista Victor Travancas — ao lado dos causídicos Ralph Anzolin Lichote e Leonardo Lau — formalizou a interposição de agravo regimental no Habeas Corpus nº 278.424/DF. 

A iniciativa leva ao Tribunal Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) um debate de envergadura sobre os limites do controle judicial colegiado e as garantias processuais do ex-deputado Eduardo Nantes Bolsonaro.

Reivindicando as mais nobres tradições da tribuna forense, a petição de Victor Travancas resgata a célebre manifestação de Heráclito Fontoura Sobral Pinto perante o tribunal em 1937, sublinhando que o apelo à consciência dos magistrados e o império da estrita legalidade não podem ser subjugados por conveniências regimentais. 

O documento evoca também a doutrina do habeas corpus cunhada por Rui Barbosa e os padrões fixados pelo Pacto de San José da Costa Rica contra prisões desprovidas de base legal.

Por Jornal da República em 20/10/2026
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