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A Controladoria-Geral da União (CGU) identificou inconsistências na aplicação de uma emenda parlamentar associada ao presidente da CPI do INSS. Os recursos teriam sido destinados à Fundação Lagoinha, levantando questionamentos sobre a legalidade do repasse.
De acordo com o relatório, há indícios de falhas na execução e na transparência dos gastos, o que pode configurar irregularidade administrativa. O caso deve ser analisado por órgãos de controle e pode ter desdobramentos políticos.
A situação aumenta a pressão sobre a comissão parlamentar, que já enfrenta desafios em meio às investigações em andamento.
Fonte: Folha de S.Paulo
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