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O desembargador Antônio Carlos Amorim, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), morreu neste domingo (1º), aos 97 anos. O magistrado também presidiu o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e construiu uma trajetória de destaque no Judiciário fluminense.
A morte foi comunicada pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), que divulgou uma nota de pesar e destacou a contribuição do desembargador para a história da Justiça no estado.
Amorim esteve à frente do TJRJ durante o biênio 1993-1994 e presidiu o TRE-RJ entre 1995 e 1997. Ele tomou posse como desembargador em 1984 e se aposentou em 1997.
Formação e carreira na magistratura
Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), em 1954, Antônio Carlos Amorim iniciou sua trajetória profissional na advocacia. Também trabalhou como jornalista no jornal Tribuna da Imprensa.
Em 10 de agosto de 1984, tomou posse como desembargador do TJRJ pelo quinto constitucional, mecanismo que reserva parte das vagas dos tribunais a profissionais da advocacia e do Ministério Público.
Durante sua passagem pelo tribunal, integrou diferentes câmaras cíveis, presidiu a 4ª Câmara Criminal e participou do Conselho da Magistratura entre 1987 e 1988.
Atuação no turfe e homenagem no Fórum Central
Além da carreira jurídica, Amorim também teve participação no setor de corridas de cavalos. Foi fundador e presidente da Associação dos Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida do Rio de Janeiro (ACPCCRJ) e manteve ligação com o Jockey Club Brasileiro.
Seu nome também foi eternizado em uma homenagem institucional do Judiciário fluminense. O Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, localizado no Fórum Central do TJRJ, recebeu essa denominação em reconhecimento à contribuição prestada por ele à Justiça estadual.
Nota de pesar da EMERJ
Em manifestação oficial, a Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro lamentou a morte do desembargador e destacou sua trajetória profissional e institucional.
Confira a nota na íntegra:
"A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) manifesta profundo pesar pelo falecimento do desembargador Antônio Carlos Amorim, aos 97 anos, ocorrido neste domingo (1º).
O magistrado presidiu o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) no biênio 1993/1994 e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) entre 1995 e 1997, deixando uma importante contribuição para a história do Judiciário fluminense.
Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), em 1954, o magistrado exerceu a advocacia e também atuou como jornalista no jornal Tribuna da Imprensa. Em 1984, tomou posse como desembargador do TJRJ pelo quinto constitucional, tendo integrado diferentes câmaras cíveis e presidido a 4ª Câmara Criminal, além de ter sido membro do Conselho da Magistratura no período de 1987 a 1988.
A trajetória do ilustre magistrado permanece registrada na memória do Judiciário fluminense, inclusive por meio do Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, localizado no Fórum Central do TJRJ, que recebeu seu nome em reconhecimento à sua contribuição institucional.
A EMERJ presta sua homenagem ao magistrado, cuja trajetória deixa um importante legado para o Poder Judiciário fluminense."
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