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A Anvisa ampliou neste ano as opções de medicamentos injetáveis para diabetes tipo 2 e obesidade. Foram 12 canetas aprovadas em 2026: dez à base de semaglutida e duas de liraglutida.
Queda de patente abriu o mercado
O movimento foi impulsionado pela queda da patente do Ozempic, semaglutida da Novo Nordisk, em março. Desde então, o mercado recebeu genéricos e similares da substância.
Veja as canetas de semaglutida aprovadas:
O Ozempic custa entre R$ 975 (versões de 0,25 mg e 0,5 mg) e R$ 999 (1 mg) pelo programa Preço NovoDia. Já o Ozivy chegou às farmácias entre R$ 452 e R$ 498.
Liraglutida também ganhou opções
Na semana passada, a Anvisa aprovou dois genéricos de liraglutida da EMS, com base nos medicamentos Olire (para obesidade) e Linux (para diabetes tipo 2). Ambos são vendidos na apresentação de 6 mg e anunciados a partir de R$ 84 em farmácias virtuais.
Por lei, um genérico precisa custar pelo menos 35% menos que o medicamento de referência. Já um similar, como o Yluméc, não segue essa regra automática e nem sempre pode ser trocado pelo remédio original.
Preço não deve ser o único critério
Segundo a endocrinologista Bruna Marinho, coordenadora do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital Felício Rocho, a escolha entre os medicamentos deve levar em conta o diagnóstico, a necessidade de perda de peso, outras condições de saúde do paciente e os estudos disponíveis para cada produto. A recomendação é que a decisão sempre passe por avaliação médica.
Fonte: Folha de S.Paulo
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