ELEIÇÃO CREA/RJ: Candidato Anibolete é perseguido politicamente na Gestão de Miguel Fernandéz e Luiz Carneiro

ELEIÇÃO CREA/RJ: Candidato Anibolete é perseguido politicamente na Gestão de Miguel Fernandéz e Luiz Carneiro

 "..., Candidato a presidente Anibolete, resiste ao sistema que trabalha forte e usa de todas as formas para tirá-lo da eleição,..." 

No dia 3 de Julho os engenheiros, geólogos, agrônomos, geógrafos, tecnólogos, técnicos de segurança do trabalho e outros profissionais poderão votar nos candidatos a presidente do CONFEA, presidente do CREA e nos diretores da MÚTUA.

A eleição que será realizada pela Internet exclui histórias das eleições passadas com cédulas de papel ditas como "papo de perdedor". O novo modelo além de exercer grande pressão nacional pelo grupo do poder aos candidatos de oposição, também é adotada a prática de perseguições políticas principalmente aos candidatos a presidentes do CREA em seus Estados.

No Estado do RJ, a eleição tomou rumo muito crítico com matéria de denúncia encaminhada pelo veterano Anibolete à Comissão de Discriminação da ALERJ. O grupo do poder que não quer largar o CREA/RJ, tenta de todas as formas tirar o Eng. Anibolete dá disputa da vaga de presidente do CREA/RJ, devido a um pseudo apontamento em sua certidão de ética.

O caso de Anibolete se inicia na gestão do presidente Cosenza, com a abertura de processo Ético em 2019. Também na tentativa de tirá-lo da eleição de 2023, o presidente Cosenza utilizou de seu chefe de gabinete como seu advogado e também gerou um processo civil e criminal com finalidade de obter algum êxito para constar nas certidões e inviabilizar a candidatura de Anibolete.

Como as tentativas não foram frutíferas, Anibolete conseguiu disputar a eleição de 2023, sendo Miguel Fernández o vencedor.

Na gestão do Miguel, houve tentativa de todas as formas de aprovar uma penalização ao Eng. Anibolete, porém, logo após o parecer do procurador Jurídico do CREA/RJ, Dr. Douglas Stevam, o processo já estava prescrito e foi arquivado em 27 de outubro de 2025.

A ousadia não para por aí, logo após a saída e substituição do procurador Jurídico que deu parecer imparcial e conclusivo para o arquivamento, surgiu em  dezenove (19) dias antes da inscrição dos candidatos, um pedido de desarquivamento do processo sem que houvesse a apresentação de nenhum fato novo.

A certeza da impunidade é tão grande que mesmo em um processo cheio de vícios, erros e a clara tentativa de perseguição política, com suspeita da existência de folhas trocadas no processo, um profissional, presidente de uma entidade parceira, pediu o desarquivamento se colocando na condição de Conselheiro que já não era mais.

Na sequência e nos próximos dias, já surgiu do nada o outro presidente de entidade parceira que pediu vista e na plenária do dia 06 de abril aprovou uma penalidade na certidão de Anibolete, sem julgamento do mérito, votando apenas dosimetria.

Assim dessa forma, o candidato a reeleição conseguiu avançar em sua campanha e levar Anibolete "sangrando", que teve êxito na CER/RJ - Comissão Eleitoral Regional do RJ e foi impugnado na CEF - Comissão Eleitoral Federal.

A coisa não para por aí, Anibolete com pedido de liminar em trâmite, na gestão do Luiz Carneiro, tem o jurídico do CREA/RJ de sentinela em todos os passos para barrar a liminar e inviabilizar a candidatura de Anibolete. Para quem trabalha o CREA/RJ, já que não teve competência em 7 anos para aplicar uma punição mesmo que forjada e em dezenove dias antes da eleição aprova uma penalização e mantém o jurídico do CREA/RJ, para manter Anibolete fora da disputa.

A última das perversidades ocorreu nesta segunda-feira no Clube de Engenharia, quando todos os candidatos foram convidados a apresentarem seus programas e após a apresentação do candidato Miguel, comunicaram ao candidato Anibolete que ele não poderia participar pois tinha um comunicado do CREA/RJ, que estava impugnado.

Anibolete, imediatamente fez um protocolo ao presidente do Clube de Engenharia, pediu a palavra para explicar a situação, seu pedido foi encaminhado e aprovado no plenário e conseguiu se apresentar, mesmo sendo prejudicando na sua apresentação das propostas, mas, teve oportunidade de explicar sua situação:

"..., Minha candidatura foi deferida na CER/RJ; também tive deferimento através da Deliberação 92/2026 da CEF , dentro do período do calendário eleitoral Resolução 1.818/2025, no dia 8 de junho; posteriormente fora do período do calendário eleitoral, no dia 09 de junho a CEF, baixou erradamente a Deliberação 122/2026, que indeferiu a candidatura com base na Resolução 1.150/25, ART. 30, Inciso IV; e depois de tanto erros e com a clara observância do desejo da comissão federal em aplicar a punição que justificasse o indeferimento, no fim da tarde baixou a Deliberação 127/26, penalizando com Inciso V, ART.30 do Regulamento Eleitoral que na hierarquia da lei é inconstitucional por penalisar "sem trânsito e julgado", um processo que ainda tem recurso no plenário do CONFEA.

Dá forma que a coisa anda na eleição nacional do sistema CONFEA/CREA, e principalmente no Conselho de Engenharia do RJ, muita coisa pode acontecer. A certeza que temos é que a eleição não é obrigatória, o voto é on-line e a mudança só os profissionais conseguem fazer votando no dia 03 de Julho.

Por Jornal da República em 25/06/2026
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