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No primeiro semestre de 2026, as exportações brasileiras para China, União Europeia e Índia cresceram R$ 16,1 bilhões. A perda nas vendas para os Estados Unidos, por causa das tarifas do governo Trump, ficou em R$ 2,6 bilhões. Fazendo a conta: para cada real perdido no mercado americano, o Brasil ganhou mais de seis em outros lugares.
Quem puxou essa virada foi a ApexBrasil, a agência que ajuda empresas brasileiras a encontrar clientes lá fora. Ela apoiou cerca de 2,4 mil empresas que vendiam para os EUA — e 72% delas já conseguiram abrir novos mercados ou vender mais para outros países.
Agora a agência quer acelerar ainda mais. Anunciou um pacote de R$ 130 milhões para feiras internacionais e prospecção de clientes, de olho especialmente em:
União Europeia e China
Países do Sudeste Asiático (Asean)
Cazaquistão e Uzbequistão, na Ásia Central — economias que crescem de 7% a 8% ao ano
O Mercosul também entra na jogada, servindo de plataforma para negociações com outros blocos, incluindo Ásia e Canadá. A mensagem do governo é clara: quanto mais parceiros comerciais o Brasil tiver, menos vulnerável fica a decisões unilaterais de Washington.
Fonte: Brasil 247
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