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Em duas dessas faltas, dá pra saber exatamente onde ele estava. No dia 20 de maio, enquanto o Senado aprovava indicações diplomáticas e para a CVM, o senador cumpria agenda reservada com empresários em São Paulo. Uma semana depois, em 27 de maio, estava em Washington — reunido com o vice-presidente americano J.D. Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e, no dia anterior, com o próprio Donald Trump na Casa Branca.
O time de Flávio rebateu o levantamento. Segundo a assessoria, a pré-campanha "não interfere na atuação legislativa" do senador, que teria registrado apenas três faltas no ano — uma delas para discutir com os americanos a classificação de facções criminosas como narcoterroristas. A nota ainda lembra prêmios de desempenho parlamentar recebidos por Flávio nos últimos anos.
Um detalhe interessante: o Senado permite hoje votar remotamente em sessões semipresenciais. O senador Romário, por exemplo, votou de dentro dos Estados Unidos enquanto comentava a Copa do Mundo na CazéTV. Só que Flávio não usou esse recurso nas ausências mapeadas pelo levantamento.
Fonte: Brasil 247
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