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Ex-governador implora ajuda para adiar julgamento, mas acaba condenado mesmo assim - e ainda agradece efusivamente pelo "sucesso"

Gente, vocês já viram aquele filme onde o vilão pede ajuda para o comparsa, mas no final dá tudo errado mesmo assim? Pois é, parece que Sérgio Cabral e Rodrigo Bacellar estrelaram a versão brasileira dessa comédia! A Polícia Federal revelou nesta sexta-feira (27) que o ex-governador do Rio pediu ao deputado para dar uma "mãozinha" e adiar um processo na Justiça.
Como diz o ditado: "Quem com ferro fere, com ferro será ferido" - e nesse caso, quem com WhatsApp conspira, com WhatsApp se complica! ????
As mensagens encontradas nos celulares de Bacellar mostram uma conversa que parece saída de um grupo de família no WhatsApp.
Em 22 de maio de 2025, Cabral manda: "Não esquece do meu julgamento na Sexta Câmara. Desculpa te perturbar com isso. Mas será terça. Só pedir para retirar de pauta." Cara, até eu peço favor com mais jeitinho quando quero que minha mãe faça meu prato favorito!
O Bacellar, sempre educado, responde: "Te falo" - que é o equivalente político de "deixa comigo, chefe".
Cinco dias depois, Cabral comemora como se tivesse ganhado na Mega-Sena: "Irmão! Saiu de pauta o meu processo. [...] Você é um querido!!!! Te amo, amigo!!!" Gente, quantos pontos de exclamação! Parece mensagem de tia comemorando o aniversário do sobrinho.
Mas aqui vem a parte mais hilária da história: mesmo com toda essa festa, Cabral acabou perdendo o processo na 6ª Câmara e foi condenado por improbidade administrativa. Como dizem por aí: "O seguro morreu de velho, mas o esperto morreu na véspera"! ????
A Polícia Federal não está brincando em serviço e vê nessas conversas muito mais que uma amizade entre políticos. Segundo os investigadores, isso configura uso de influência política para obter decisões favoráveis e criar vínculos de dependência. É como se fosse um "jeitinho brasileiro" turbinado, mas que agora virou caso de polícia.
O relatório da PF aponta para a existência de uma verdadeira rede de influência que funcionaria como uma organização criminosa atuando em diferentes esferas da administração pública fluminense.
O caso não para por aí. Bacellar foi indiciado junto com o ex-deputado TH Joias e outras três pessoas por suposto vazamento de informações sigilosas para o Comando Vermelho.
O presidente afastado da Alerj foi preso em dezembro de 2025 na Operação Unha e Carne, mas conseguiu sair poucos dias depois por decisão do STF. É como aquele amigo que sempre se mete em confusão, mas sempre tem alguém para tirar ele da enrascada.
A investigação também menciona o desembargador Macário Judice, apontado como peça-chave na ampliação dessa rede de contatos no Judiciário.
Segundo a PF, ele teria proferido decisões favoráveis tanto para Cabral quanto para a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo. É impressionante como essa turma conseguiu montar uma verdadeira central de favores que faria inveja até aos grupos de WhatsApp mais organizados!
O material todo foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que agora tem a missão de analisar esses achados e decidir os próximos passos.
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