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A deputada Carol de Toni (PL-SC) teve sua candidatura barrada e vai sair do PL, após o partido acatar a ordem de Jair Bolsonaro e para lançar o filho Carlos (PL) a candidato ao Senado por Santa Catarina.
Em reunião na quarta-feira (4) entre a deputada e o presidente do PL Valdemar Costa Neto, Carol de Toni foi informada que uma vaga será de Carlos e a outra será reservada a um indicado pela federação entre União Brasil e PP.
Preterida pela Executiva Nacional do seu partido, a deputada vai concorrer ao Senado por outro partido, mas Carol de Toni ainda não tomou uma decisão sobre qual legenda.
O veto à sua candidatura acontece mesmo depois de o PL de Santa Catarina prometer que Toni sairia candidata, mesmo com Carlos concorrendo para a outra vaga.
Mas o PL nacional sofreu pressão de aliados: presidentes do União Brasil (Antônio Rueda) e do Progressistas (Ciro Nogueira) deixaram claro que apoiariam um adversário do governador Jorginho Mello (PL) se não tivessem direito a uma vaga para o Senado. União e PP fechariam aliança com João Rodrigues, prefeito de Chapecó e candidato a governador pelo PSD, partido de Gilberto Kassab.
Com a desistência da deputada, Esperidião Amin (PP) deve ser o candidato. Ele é senador, foi parlamentar com Jair Bolsonaro e articula desde o ano passado para tentar a reeleição.
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