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A procura por procedimentos estéticos capazes de promover rejuvenescimento sem cirurgia continua em crescimento no Brasil.
Entre as tecnologias que vêm ganhando destaque está o ultrassom microfocado, técnica utilizada para estimular a produção natural de colágeno e tratar a flacidez facial e corporal sem a necessidade de cortes ou longos períodos de recuperação.

O procedimento atua por meio de ondas de ultrassom que alcançam diferentes camadas da pele, incluindo estruturas mais profundas responsáveis pela sustentação dos tecidos. O aquecimento controlado desencadeia uma resposta regenerativa do organismo, favorecendo a formação de novas fibras de colágeno e elastina.
Como consequência, há melhora da firmeza da pele, definição do contorno facial, redução da papada e suavização das linhas de expressão. Os resultados costumam aparecer de forma gradual ao longo dos meses, acompanhando o processo natural de remodelação dos tecidos.
Além dos benefícios estéticos, um dos principais diferenciais da tecnologia é permitir que o paciente retome suas atividades rotineiras logo após a sessão, característica que tem impulsionado sua popularização entre pessoas que buscam tratamentos eficazes e pouco invasivos.
Para o médico Dr. Fábio Denardin, especialista em Saúde Regenerativa e Estética (CRM-RJ 52.71216-7/RQE 16059), a evolução tecnológica tem tornado os tratamentos mais precisos e personalizados.
“O ultrassom microfocado representa um avanço importante na medicina estética por estimular um processo biológico natural de regeneração.
O objetivo não é modificar a identidade do paciente, mas promover um rejuvenescimento progressivo, respeitando suas características individuais.
Quando existe uma avaliação médica adequada, é possível indicar o tratamento de forma segura e alcançar resultados bastante satisfatórios”, conclui o médico.
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